terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Piada sem ....

Um cara foi comprar um carro e o atendende pediu para ele fazer um teste drive para testar o radio que era a grande novidade da empresa.
-Esse rádio não toca nenhuma estação.É só você falar o tipo de música que quer e ele toca sosinho.
E lá foi o cara:-samba!:só no sapatinho oh oh…-classica:tana na nananam [...]

sábado, 5 de dezembro de 2009

III Guerra Mundial

A III Guerra Mundial
Fernando Sena Esteves
Para se classificar uma guerra como mundial pode considerar-se o número de países que nela participam.
O nome alternativo de “Grande Guerra” talvez se use por causa do enorme número de mortos que elas causam. Este número varia muito com as fontes que os citam, mas parece haver um certo consenso para 20 milhões na Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e 70 milhões na Segunda (1939-1945). A simples dimensão destes números basta para avaliar do horror que constituíram estas duas guerras do Séc. XX. E no entanto, foi no mesmo século XX que cresceu de modo espantoso uma guerra mundial que ainda está em curso, e que já causou mais vítimas que as duas grandes guerras juntas: o aborto. Só nos 7 anos do Séc XXI se mataram no ventre de suas mães mais de 300 milhões de seres humanos.
Não pouca gente esperava que do Vaticano II saísse a condenação formal de muitos erros que grassavam pelo mundo, os célebres anátemas com que terminavam, noutros concílios, muitas declarações condenatórias. Tal não aconteceu, pois não houve anátemas. Mas o Concílio não hesitou em classificar o aborto como “crime abominável”. Na verdade, se se considerar que no aborto voluntário se mata premeditadamente um ser humano, inocente, e com o consentimento da própria mãe, não é possível encontrar acto mais lesivo da humanidade e daí a justa consideração do Concílio.
Não deixa de ser curioso como ainda há pouco na ONU se procurava obter um consenso, se não para a abolição da pena de morte, ao menos para uma moratória que suspendesse a execução dessas sentenças. E como fracassou a iniciativa de países árabes (imagine-se!) para dar à vida dos inocentes não nascidos a mesma protecção que se pretendia para a dos criminosos. Esta situação decorre em grande parte por as pessoas não terem bem a noção do que representa o aborto, desde a morte do filho à devastadora situação da mãe que aborta, tremendas realidades que se conseguem esconder, por exemplo, por parte dos meios de comunicação.
O mundo tremeu de horror pelo ataque ao World Trade Center com as 3000 vítimas que causou mas não se importa com as 3000 vítimas do aborto nos EUA por dia. Ou pelas 200 mortes no ataque terrorista de Madrid que ninguém esquece e as 200 vítimas diárias que o aborto mata em Espanha e a que ninguém liga. O dia dos Santos Inocentes, massacrados por ordem de Herodes, “o tal das tranças que não gostava de crianças”, como dizia Miguel Torga, celebra-se três dias depois do Natal: é boa altura para a gente se lembrar desta realidade e de pensar que é possível repor as coisas como deve ser, como aconteceu na Nicarágua, onde a lei deixou de consentir no aborto. E atenção, que a IV Guerra Mundial já começou. Mas fica para depois.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ser jovem...


Jovens com relacionamentos desordenados podem se tornar pessoas melhor resolvidas se compreendem de forma correta o verdadeiro sentido da sexualidade – a sua e a do sexo oposto. O site Alegrias e Desafios para Jovens
disponibiliza esse livro gratuitamente, que tem o objetivo de resgatar conceitos ainda mal esclarecidos, ajudando o jovem a entender questões importantes e a entender-se, de modo a estar apto a tomar decisões livres fazendo escolhas pessoais conscientes que afetarão positivamente toda a sua vida.Tradução de Ketty A. de Rezende, Diagramação de Pedro J. de Rezende e Revisão da Dra. Mannoun Chimelli.Disponível em: http://jovens.alegriasedesafios.net/livros

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

sábado, 14 de novembro de 2009

Mas ..o que é sexo seguro?


Sexo seguro (com preservativo) é qualquer actividade sexual, a qual reduz a possibilidade de apanhar, e/ou passar o vírus do VIH. Actividades tais como, abraçar, beijar, massagem ou tocar em alguém, são completamente seguras. Ninguém contraíu o vírus do VIH através destas actividades.Outras actividades sexuais tais como, o sexo oral são consideradas “acitivades de baixo risco”. Pode praticar o sexo oral de uma maneira ainda mais segura, tanto no homen como na mulher, use um preservativo latex, ou uma barreira de latex (dental dam).
Tendo relações, ou actividades sexuais, vaginais, ou anais sem usar um preservativo, corre os risco de ficar infectado/a, ou infectar alguém com o vírus do VIH.
Estas actividades são consideradas “alto risco”.
Pode praticar sexo bem mais segura/o, usando um preservativo latex de lubricante à base de àgua. Aprenda mais! Para obter informação sobre sexo com proteção, ligue para, ou visite o AIDS Committee of Toronto.
Para informação sobre sexo seguro, ligue para 416-340-8484, extensões 242 e/ou, 290.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Compulção Sexual...


Tarados, pervertidos, ninfomaníacos, depravados.
Rótulos como esses são comumente usados para definir pessoas que apresentam algum tipo de patologia do sexo.
Mais conhecida como compulsão sexual, esse transtorno atinge homens e mulheres, sem distinção de idade.
Caracterizada pela necessidade de fantasiar a todo momento sobre sexo, a compulsão sexual, ou desejo sexual hiperativo, acaba resultando em uma inquietude da pessoa. "Isso a impede de fazer outras coisas importantes da vida. Tarefas cotidianas como trabalho, estudo e vida familiar acabam ficando comprometidas, pois ela deixa de realizá-las para fantasiar ou mesmo para vivenciar esses desejos", conta Maria Cláudia Lordello, psicóloga e sexóloga do Projeto Ambsex
"O comportamento sexual compulsivo é uma forma patológica que atrapalha os relacionamentos interpessoais, sociais e a pessoa individualmente", explica o psicoterapeuta do Instituto Paulista de Sexualidade Oswaldo M. Rodrigues Jr.
Esse comportamento sexual compulsivo é aprendido ao longo da vida, associando a atividade sexual como caminho para diminuir ansiedades e preocupações.
"Frente a uma condição que produz ansiedade, o uso da atividade sexual alivia tensões", completa o psicoterapeuta. Segundo o psicoterapeuta Aderbal Vieira Júnior, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes, da Unifesp, essa dependência sexual pode significar uma perda de liberdade para a pessoa. "O dependente sente que não está no controle.
A atividade sexual pode não ser no momento em que ele gostaria ou até mesmo com uma parceira que ele não queria", comenta. A quantidade de atos ou fantasias sexuais não é, então, fator determinante para se delimitar a normalidade da expressão sexual. "O que pode ser considerado normal é aquele que está muito mais ligado à vivência da sexualidade de forma plena e prazerosa, sem experimentar conflitos e angústias emocionais", complementa Maria Cláudia. Casos famosos de Compulsão SexualAs dificuldades para uma pessoa com dependência de sexo podem se tornar inviáveis para uma vida tranqüila em família.
É o caso de personalidades famosas, como o ator norte-americano Michael Douglas que tornou pública sua compulsão sexual.
Antes do casamento, o ator teria assinado com a mulher Catherine Zeta-Jones um contrato no qual ficava estabelecido um número limite de relações sexuais para o casal.
Outro caso conhecido é o do cantor brasileiro Latino.
Após seu último casamento, ele assumiu, em entrevista, ter procurado ajuda profissional para tratar sua compulsão sexual.
Tratamentos Reconhecer a necessidade de ajuda para aprender a controlar a ansiedade, em vez de extravasá-la na cama é o primeiro passo que um dependente sexual deve tomar em busca de tratamento.
"A terapia é fundamental para uma pesquisa mais profunda da vida do paciente em busca das raízes do problema", explica Maria Cláudia. A psicóloga lembra ainda que grupos de ajuda nos moldes das associações que ajudam dependentes de drogas e alcoólatras podem significar outra saída para os dependentes. "Na troca de experiências, essas pessoas aprendem mais sobre a dependência e como lidar com ela".
No entanto, existem ainda alguns medicamentos que podem auxiliar no tratamento psicoterápico. "Os medicamentos que são propostos inibem o desejo sexual, mas eles são interrompidos assim que o sujeito percebe que a fonte de prazer cessou", comenta Oswaldo Rodrigues. Ainda de acordo com o profissional, a psicoterapia deve ser feita, em média, com sessões duas vezes por semana, em um período que pode durar alguns anos. "O resultado será definitivo se o tratamento seguir até o final, sem interrupção", finaliza.
Serviço:Aderbal Vieira Júnior - psicoterapeuta www.proad.unifesp.brMaria Cláudia Lordello - psicóloga e sexóloga www.projetoambsex.com.br Oswaldo M. Rodrigues Júnior - psicoterapeuta www.inpasex.com.br

domingo, 8 de novembro de 2009

Sexo ...Seguro!!

Há um ditado que diz: "sexo é bom, mesmo quando é ruim". Mas o sexo, além de bom ou ruim, pode ser perigoso para a saúde física e emocional das pessoas. Hoje em dia, uma das maiores preocupações relacionadas ao sexo é possibilidade de disseminação de uma doença gravíssima: a Aids.
Ao contrário das gerações anteriores, que se preocupavam mais em não ter filhos na hora errada por causa da transa, hoje, a preocupação maior é com a preservação da saúde - e da vida. Até os anos 80, contrair uma doença sexualmente transmissível não era motivo de grande preocupação, pois já havia cura para todas as doenças conhecidas.
Foi com o surgimento da epidemia de Aids que o medo voltou à tona, e a camisinha se apresentou como uma espécie de "salva-vidas" para as pessoas com vida sexual ativa.
Hoje, o que se chama de sexo seguroé aquele praticado com o uso de preservativos (masculinos ou femininos), que têm uma diferença fundamental em relação aos outros métodos anti-concepcionais que, antes da Aids, ofereciam segurança: além de evitarem a gravidez, os preservativos são o único meio do qual dispomos para prevenir doenças - uma delas, ainda mortal.
Mesmo com todas as campanhas explicando às pessoas sobre a importância do uso de preservativos, menos de 50% dos brasileiros com vida sexual ativa usam camisinha. Por que? As desculpas são muitas: alguns consideram a camisinha incômoda, outros acham que ela "quebra o clima", outros, mais apocalípicos, alegam que ela não funciona. Nenhum deles tem razão.
Os preservativos são o método contraceptivo mais barato que existe, e protegem nosso corpo contra diversas doenças. Por isso, ninguém pode abrir mão dela. Se você ainda não é um adepto da camisinha, já está mais do que na hora de começar: sempre é tempo de aprender a se proteger.